Facebook ultrapassou Google entre 7 e 13 de março nos EUA.
Na mesma semana, rede social foi 22º site mais acessado no Brasil.
Foto: Google.com.br é o endereço mais acessado no Brasil, segundo pesquisa.
Enquanto nos Estados Unidos o Google foi ultrapassado pelo Facebook no ranking de sites mais acessados há duas semanas, o site de buscas mantém sua liderança no Brasil.
De acordo com pesquisa da Serasa Experian Hitwise, o Google domina a lista dos mais acessados nos país, ocupando os três primeiros lugares com os endereços Google.com.br, Orkut.com e Google.com.
Na semana de 7 a 13 de março, quando o Facebook ultrapassou o Google nos EUA, Google.com.br foi o site mais visitado do Brasil, com 10,69%. Em segundo lugar, estava o Orkut, com 10,11% e, em terceiro, Google.com, com 9,03%. No país, o Facebook apareceu em 22º lugar.
Nas férias, Orkut foi líder
A consultoria destacou ainda que o Orkut chegou a passar o Google em acessos no período de férias escolares, entre dezembro e janeiro. “Durante esse mesmo período, os sites educativos e relacionados sofreram uma queda nas visitas, retomada gradualmente a partir de fevereiro”, analisou a empresa.
Os números divulgados na semana passada pela Hitwise nos EUA apontaram que o Facebook teve 7,07% do total de acessos no país na semana que terminou no dia 13. O Google, até então primeiro colocado, teve 7,03%.
Segundo a consultoria, o Facebook já havia sido o primeiro do ranking de acessos na véspera e no dia de Natal e no Ano Novo, além do fim de semana de 6 e 7 de março. Mas foi a primeira vez que fechou a semana como mais acessado. Ao comparar a semana com a mesma no ano passado, a Hitwise concluiu que as visitas ao Facebook aumentaram 185%, enquanto ao Google cresceram 9%.
Fonte: Globo.com
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segunda-feira, 22 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Chama-se Bubbly e é a rede social do momento na Índia
Em quatro semanas, o Bubbly, a nova rede social de origem indiana conseguiu captar 500 mil utilizadores sem qualquer investimento em comunicação. Agora, adianta a AdAge, os seus responsáveis preparam-se para alargar o projecto ao Japão, às Filipinas, à Indonésia e ao Brasil. O Bubbly pode ser descrito como uma espécie de Twitter em versão voz. O serviço permite seguir amigos e celebridades que partilham mensagens sonoras que, em geral, duram 30 segundos. Qualquer utilizador pode divulgar as suas mensagens gratuitamente, mas os seguidores, caso as queiram ouvir, têm de pagar. Na Índia, a adesão de estrelas de Bollywood ajudou a popularizar o serviço. A BBC foi a primeira grande marca de media a aderir ao projecto, aproveitando o Bubbly para divulgar notícias de última hora.
O projecto é detido pela Bubble Motion, que tem escritórios em Silicon Valley (Califórnia) e em Singapora.
O seu primeiro serviço consistiu no BubbleTalk, que permite enviar mensagens de voz entre telemóveis e que tem cerca de cem mil utilizadores.
Fonte: Meios & Publicidade, Rui Oliveira Marques.
O projecto é detido pela Bubble Motion, que tem escritórios em Silicon Valley (Califórnia) e em Singapora.
O seu primeiro serviço consistiu no BubbleTalk, que permite enviar mensagens de voz entre telemóveis e que tem cerca de cem mil utilizadores.
Fonte: Meios & Publicidade, Rui Oliveira Marques.
sexta-feira, 12 de março de 2010
ICOM: E quando é que vamos ter standards em social media?
Dan Calladine avisou logo no inicio do debate.“É muito difícil medir o efeito dos social media”, alertava o head of media futures, da Carat Global Management (Reino Unido), no debate de ontem Cracking the Code of Social Media Measurement, no I-COM. Difícil, mas cheio de possibilidades para as marcas, com impacto até na estratégia de marketing do lançamento de produtos, acredita. Foi o caso do lançamento de um telemóvel no Brasil (a marca não foi revelada) em que de uma estratégia de comunicação assente na ideia de um terminal dirigido para a utilização simples de redes sociais, ouvida a comunidade de bloguers brasileira, mais interessados no facto deste ser o primeiro terminal touch screen a chegar ao mercado brasileiro depois do iPhone, rapidamente focou-se nesse aspecto.
A capacidade da monitorização dos media sociais permitir a detecção de problemas e a sua resolução foi a experiência trazida por Amaia Lasa, CEO da Attentio (Bélgica). Da análise realizada a quatro marcas de telemóveis (Samsung, Sony Ericsson, Nokia e LG) foi detectado um sentimento negativo face a dois problemas ocorridos com terminais (um deles da marca cliente) um com o ecrã, outro com o teclado. A marca cliente reagiu ao buzz negativo fazendo um recall dos terminais onde o problema foi detectado, informando os clientes nos fóruns, tendo reduzido de forma significativa o sentimento negativo que estava a emergir. “Os media sociais são uma fonte de informação para as marcas permitindo a detecção três a seis semanais mais rápido de problemas do que os sistemas tradicionais”, como os call centers, refere Amaia Lasa.
Transformar as “conversação caótica online” tendo toda a internet como “como terreno de amostra” foi a dificuldade realçada por Gilles Palmer, CEO da Brandwatch (Reino Unido). A empresa, diz, monitoriza 25 milhões de sites, o que dá origem a muitos dados, através de sistemas de query, mas que precisam de ser contextualizados para gerar informação relevante para o cliente, ou seja, “qual o sentimento que vem da web”. Do exemplo apresentado, dos 100 mil posts gerados, 4,500 geraram atenção do cliente que respondeu a 2%, aumentando 11% o sentimento positivo para a marca e reduzindo em 25% o negativo.
Da plateia veio a pergunta que revelou as fragilidades de todo o sistema. “Quando é que vamos ter uma medida única de medição? Quando chegaremos a um ponto em que podemos confiar nos dados?”, questionava um participante, que lamentava o facto de cada empresa ter um sistema e cada um deles dar dados diferentes sobre a mesma questão. Tudo depende da abrangência do estudo, do spam ser ou não ponderado na avaliação, do modo como se constrói os queries reconhece Giles Palmer, ou até, adiciona Amaia Lasa, da própria marca sobre a qual se faz um querie, afinal Apple, é uma palavra abrangente q.b para dificultar o trabalho dos analistas. Os media sociais “é um espaço complicado [de medir]. Não vejo que standards surjam nos próximos anos, pelo menos no meu tempo de vida”, lamentava o responsável da Brandwatch.
Fonte: Meios & Publicidade, Ana Marcela.
A capacidade da monitorização dos media sociais permitir a detecção de problemas e a sua resolução foi a experiência trazida por Amaia Lasa, CEO da Attentio (Bélgica). Da análise realizada a quatro marcas de telemóveis (Samsung, Sony Ericsson, Nokia e LG) foi detectado um sentimento negativo face a dois problemas ocorridos com terminais (um deles da marca cliente) um com o ecrã, outro com o teclado. A marca cliente reagiu ao buzz negativo fazendo um recall dos terminais onde o problema foi detectado, informando os clientes nos fóruns, tendo reduzido de forma significativa o sentimento negativo que estava a emergir. “Os media sociais são uma fonte de informação para as marcas permitindo a detecção três a seis semanais mais rápido de problemas do que os sistemas tradicionais”, como os call centers, refere Amaia Lasa.
Transformar as “conversação caótica online” tendo toda a internet como “como terreno de amostra” foi a dificuldade realçada por Gilles Palmer, CEO da Brandwatch (Reino Unido). A empresa, diz, monitoriza 25 milhões de sites, o que dá origem a muitos dados, através de sistemas de query, mas que precisam de ser contextualizados para gerar informação relevante para o cliente, ou seja, “qual o sentimento que vem da web”. Do exemplo apresentado, dos 100 mil posts gerados, 4,500 geraram atenção do cliente que respondeu a 2%, aumentando 11% o sentimento positivo para a marca e reduzindo em 25% o negativo.
Da plateia veio a pergunta que revelou as fragilidades de todo o sistema. “Quando é que vamos ter uma medida única de medição? Quando chegaremos a um ponto em que podemos confiar nos dados?”, questionava um participante, que lamentava o facto de cada empresa ter um sistema e cada um deles dar dados diferentes sobre a mesma questão. Tudo depende da abrangência do estudo, do spam ser ou não ponderado na avaliação, do modo como se constrói os queries reconhece Giles Palmer, ou até, adiciona Amaia Lasa, da própria marca sobre a qual se faz um querie, afinal Apple, é uma palavra abrangente q.b para dificultar o trabalho dos analistas. Os media sociais “é um espaço complicado [de medir]. Não vejo que standards surjam nos próximos anos, pelo menos no meu tempo de vida”, lamentava o responsável da Brandwatch.
Fonte: Meios & Publicidade, Ana Marcela.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
e.life.day - as melhores práticas de relacionamento na media social

Assisti hoje a uma apresentação do e.life.
"O E.Life é um serviço da Seara.com e tem como missão ajudar as empresas a monitorizar, analisar e agir sobre o boca-a-boca na Internet. Entregam aos clientes as mais importantes opiniões de acordo com as métricas ELIFE: a influência de um bloguer, a sua popularidade, a repercussão dos seus depoimentos e a relevância do seu blogue.
A empresa iniciou a actividade em Agosto de 2004, no Brasil. Hoje, o E.Life monitoriza e analisa a comunicação boca-a-boca on-line no Brasil, Portugal e em 18 países da América Latina. São os líderes de mercado, porque foram os pioneiros na área. Com mais de 60 projectos de monitorização e análise de media social realizados, o que os destaca é o FOCO que dão à sua actividade: são uma empresa de inteligência de mercado que NÃO realiza acções offline ou online, e portanto, podem entregar os resultados da monitorização, com total isenção."
Partilharei aqui brevemente a apresentação.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Pingo Doce amarga nas Redes Sociais
Todos querem saber como potenciar a notoriedade de uma marca nas Redes Sociais. Surgem frequentemente receitas milagrosas, sugestões e dicas, teorias e tácticas.
Mas tal como todos os media, as Redes Sociais também conseguem ser rápidas transmissoras de opiniões negativas, de más práticas e más campanhas. Então e nestes casos, qual o procedimento a tomar? Qual a receita milagrosa para um Responsável de Marketing / Comunicação transformar toda esta onda negativa em valor positivo para a sua marca? Ficam muitas perguntas no ar.
O lançamento da nova campanha do Pingo Doce, da autoria da agência brasileira Duda Propaganda / Portugal, está a provocar uma verdadeira onda de comentários negativos nas Redes Sociais.
Logo após o lançamento da campanha (a 7 de Outubro), foi criado um grupo no Facebook intitulado ‘Gente que não grama o anúncio do Pingo Doce do Duda’. Mas isso foi só o começo. Para além do grupo contar já com mais de 2.200 membros, criou-se até merchandising alusivo a todo este descontentamento - http://www.cafepress.co.uk/crociquia e http://www.caoazul.com/.
O grupo foi criado por Ângelo Marques na passada 5ª feira. Apesar de se assumir como isento nesta matéria ficam algumas desconfianças por parte de quem observa o grupo e todos os comentários associados. Será que não se trata de um movimento criado pelas agências concorrentes? Ai, que a mania da perseguição já passou do campo político para o mercado da publicidade...
Todos querem comentar a campanha. Entendidos da área ou simplesmente (mas nem por isso muito menos importantes) clientes, agora apresentados como "Pingo Docenses". O burburinho também se faz ver no Twitter, extensão de comentários dos blogues. Os meios de comunicação social também já noticiam o caso:
Mas tal como todos os media, as Redes Sociais também conseguem ser rápidas transmissoras de opiniões negativas, de más práticas e más campanhas. Então e nestes casos, qual o procedimento a tomar? Qual a receita milagrosa para um Responsável de Marketing / Comunicação transformar toda esta onda negativa em valor positivo para a sua marca? Ficam muitas perguntas no ar.
O lançamento da nova campanha do Pingo Doce, da autoria da agência brasileira Duda Propaganda / Portugal, está a provocar uma verdadeira onda de comentários negativos nas Redes Sociais.
Logo após o lançamento da campanha (a 7 de Outubro), foi criado um grupo no Facebook intitulado ‘Gente que não grama o anúncio do Pingo Doce do Duda’. Mas isso foi só o começo. Para além do grupo contar já com mais de 2.200 membros, criou-se até merchandising alusivo a todo este descontentamento - http://www.cafepress.co.uk/crociquia e http://www.caoazul.com/.
O grupo foi criado por Ângelo Marques na passada 5ª feira. Apesar de se assumir como isento nesta matéria ficam algumas desconfianças por parte de quem observa o grupo e todos os comentários associados. Será que não se trata de um movimento criado pelas agências concorrentes? Ai, que a mania da perseguição já passou do campo político para o mercado da publicidade...Todos querem comentar a campanha. Entendidos da área ou simplesmente (mas nem por isso muito menos importantes) clientes, agora apresentados como "Pingo Docenses". O burburinho também se faz ver no Twitter, extensão de comentários dos blogues. Os meios de comunicação social também já noticiam o caso:
- Meios & Publicidade http://www.meiosepublicidade.pt/2009/10/12/descontentamento-com-a-campanha-do-pingo-doce-cresce-no-facebook/;
- Briefing - http://www.briefing.pt/content/view/1019/9/ ;
- Jornal i - http://www.ionline.pt/conteudo/27579-e-quando-o-facebook-se-revolta-contra-o-pingo-doce---video ;
- Jornal de Negócios - http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=390823 ;
- e até em espanhol - http://www.pagina2.com.es/pingo-doce-como-joder-una-marca-en-un-abrir-y-cerrar-de-ojos/ .
Quem continua sem dar notícias é a Jerónimo Martins.
Para além de todas estas iniciativas existe ainda uma "Carta aberta aos responsáveis do pingo" -http://lookconcepts.blogspot.com/2009/10/carta-aberta-aos-responsaveis-do-pingo.html e um Facebook Quiz "Que cliché do Pingo Doce és tu" : http://www.facebook.com/home.php?ref=home#/apps/application.php?id=151539173165.
As críticas focam aspectos técnicos, excesso de clichés, erros culturais (o da bandeira ao contrário é o "preferido" de todos) e erros de comunicação. Há quem diga que esses erros se prendem com o facto do anúncio ser criado por "alguém que não está dentro da cultura do país". Será que existe aqui alguma espécie de racismo contra a agência brasileira?
Hoje mesmo chegou também aos media um vídeo da Maitê Proença elaborado por um programa de TV brasileiro, onde a actriz goza literalmente com o nosso país. Vídeo este que também despertou imensos comentários negativos no Facebook. Já parece uma novela...
Racismo ou não, a verdade é que esta agência parece ser a primeira a aplicar um modelo de success-fee, modelo que as agências portuguesas têm evitado até hoje, pelos motivos óbvios (http://www.briefing.pt/content/view/914/9/). Coincidência, não?!
Bom, mas entretanto a verdade é que todos querem ver o vídeo e comentá-lo. Será que a máxima "Bem ou mal, o importante é que falem" se pode aplicar neste caso?
Resta-nos continuar a acompanhar o caso. E enquanto isso aguardamos o desfecho sobre a possível realização do "pic-nic" promovido pelo grupo do Facebbok, com a participação do José Cid, "já que o Tony Carreira trabalha para a concorrência.
Para quem ainda não viu (algo que deve ser praticamente impossível tendo em conta as vezes que passa por dia) aqui fica o dito cujo:
http://www.youtube.com/watch?v=zH714lUVxq0
- Briefing - http://www.briefing.pt/content/view/1019/9/ ;
- Jornal i - http://www.ionline.pt/conteudo/27579-e-quando-o-facebook-se-revolta-contra-o-pingo-doce---video ;
- Jornal de Negócios - http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=390823 ;
- e até em espanhol - http://www.pagina2.com.es/pingo-doce-como-joder-una-marca-en-un-abrir-y-cerrar-de-ojos/ .
Quem continua sem dar notícias é a Jerónimo Martins.
Para além de todas estas iniciativas existe ainda uma "Carta aberta aos responsáveis do pingo" -http://lookconcepts.blogspot.com/2009/10/carta-aberta-aos-responsaveis-do-pingo.html e um Facebook Quiz "Que cliché do Pingo Doce és tu" : http://www.facebook.com/home.php?ref=home#/apps/application.php?id=151539173165.
As críticas focam aspectos técnicos, excesso de clichés, erros culturais (o da bandeira ao contrário é o "preferido" de todos) e erros de comunicação. Há quem diga que esses erros se prendem com o facto do anúncio ser criado por "alguém que não está dentro da cultura do país". Será que existe aqui alguma espécie de racismo contra a agência brasileira?
Hoje mesmo chegou também aos media um vídeo da Maitê Proença elaborado por um programa de TV brasileiro, onde a actriz goza literalmente com o nosso país. Vídeo este que também despertou imensos comentários negativos no Facebook. Já parece uma novela...
Racismo ou não, a verdade é que esta agência parece ser a primeira a aplicar um modelo de success-fee, modelo que as agências portuguesas têm evitado até hoje, pelos motivos óbvios (http://www.briefing.pt/content/view/914/9/). Coincidência, não?!
Bom, mas entretanto a verdade é que todos querem ver o vídeo e comentá-lo. Será que a máxima "Bem ou mal, o importante é que falem" se pode aplicar neste caso?
Resta-nos continuar a acompanhar o caso. E enquanto isso aguardamos o desfecho sobre a possível realização do "pic-nic" promovido pelo grupo do Facebbok, com a participação do José Cid, "já que o Tony Carreira trabalha para a concorrência.
Para quem ainda não viu (algo que deve ser praticamente impossível tendo em conta as vezes que passa por dia) aqui fica o dito cujo:
http://www.youtube.com/watch?v=zH714lUVxq0
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Tudo sobre o Twitter (Conceito, Estratégias, Casos, Ferramentas e Dicas)
Partilho hoje uma apresentação que descobri sobre o Twitter, da brasileira Martha Gabriel.
Muito interessante! Leitura obrigatória sobre esta Rede Social.
Muito interessante! Leitura obrigatória sobre esta Rede Social.
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