Segundo os dados do estudo Publivaga da Marktest, o Pingo Doce mantém-se na liderança da recordação genérica de publicidade durante o mês de Novembro.
Em Novembro, o Pingo Doce foi a marca que mais lisboetas e portuenses recordam ter visto publicitada, segundo os dados do estudo Publivaga da Marktest.
À pergunta "Que anúncios recorda ter visto publicitados, recentemente?", base para a criação do indicador "recordação de publicidade genérica" do estudo Publivaga da Marktest, as maiores referências entre os residentes nas regiões da Grande Lisboa e do Grande Porto com idades compreendidas entre os 8 e os 64 anos foram, em Novembro, para o Pingo Doce, que manteve a posição conquistada no mês anterior.
O Pingo Doce não apenas mantém a posição anterior, como aumenta o seu nível de recordação genérica, registando ainda um valor que excede o dobro do conseguido pela segunda marca mais recordada este mês, a Meo, que também manteve a segunda posição da tabela de marcas mais referidas por estes indivíduos.
A marca Continente subiu um lugar para a terceira posição do top de Novembro, trocando de lugar com a TMN/Telemóveis TMN, que baixou para quarto.
O Modelo, que se encontrava na 13ª posição no top em Outubro sobe oito lugares e ascende à quinta posição do mês de Novembro.
A entrada do Modelo ocasiona a saída da marca Vodafone/Telemóveis Vodafone do top 5, encontrando-se agora esta referência na sexta posição.
Esta análise tem como base o Publivaga, um estudo regular da Marktest que permite conhecer a recordação e a memorização da publicidade das marcas, sendo um instrumento de referência na medição da eficiência das campanhas publicitárias. A informação apresentada nesta análise tem por base o universo constituído pelos indivíduos com idades compreendidas entre os 8 e os 64 anos residentes nas regiões da Grande Lisboa e do Grande Porto.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Pingo Doce - Cansa mas fica...
Pingo Doce lidera recordação publicitária em Outubro.
Os dados do estudo Publivaga da Marktest mostram o Pingo Doce na liderança da recordação genérica de publicidade durante o mês de Outubro.
Em Outubro, o Pingo Doce foi a marca que mais lisboetas e portuenses recordam ter visto publicitada, segundo os dados do estudo Publivaga da Marktest.
A Meo baixou para a segunda posição da tabela de marcas mais referidas por estes indivíduos.
A TMN/Telemóveis TMN também baixou uma posição para terceiro, tal como o Continente, que baixou para quarto, e como a Vodafone/Telemóveis Vodafone, que desceu para quinto.
Esta análise tem como base o Publivaga, um estudo regular da Marktest que permite conhecer a recordação e a memorização da publicidade das marcas, sendo um instrumento de referência na medição da eficiência das campanhas publicitárias.
Os dados do estudo Publivaga da Marktest mostram o Pingo Doce na liderança da recordação genérica de publicidade durante o mês de Outubro.
Em Outubro, o Pingo Doce foi a marca que mais lisboetas e portuenses recordam ter visto publicitada, segundo os dados do estudo Publivaga da Marktest.
À pergunta "Que anúncios recorda ter visto publicitados, recentemente?", base para a criação do indicador "recordação de publicidade genérica" do estudo Publivaga da Marktest, as maiores referências entre os residentes nas regiões da Grande Lisboa e do Grande Porto com idades compreendidas entre os 8 e os 64 anos foram, em Outubro, para o Pingo Doce. A marca subiu quinze posições face ao mês anterior.
A Meo baixou para a segunda posição da tabela de marcas mais referidas por estes indivíduos.A TMN/Telemóveis TMN também baixou uma posição para terceiro, tal como o Continente, que baixou para quarto, e como a Vodafone/Telemóveis Vodafone, que desceu para quinto.
Esta análise tem como base o Publivaga, um estudo regular da Marktest que permite conhecer a recordação e a memorização da publicidade das marcas, sendo um instrumento de referência na medição da eficiência das campanhas publicitárias.
A informação apresentada nesta análise tem por base o universo constituído pelos indivíduos com idades compreendidas entre os 8 e os 64 anos residentes nas regiões da Grande Lisboa e do Grande Porto.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Pingo Doce continua em silêncio

Pouco depois do começo de toda a polémica em redor da nova campanha do Pingo Doce, foi criado um novo grupo no Facebook - ‘As pessoas que gostam do novo anúncio do Pingo Doce!’, que conta neste momento com 274 membros.
"Ao Meios & Publicidade, Pedro Ribeiro, criador do novo grupo, explicou a motivação: “O anúncio está bom, foge ao que estávamos habituados em relação aos anúncios do Pingo Doce e traz alguma inovação na forma de olhar para a marca”. O mesmo responsável refere que “também existem pessoas a comentar o anúncio muito positivamente. Achei graça que um membro do grupo escreveu que se apercebeu do anúncio porque a mãe de 73 anos dizia que gostava muito dele”. Outro facto que Pedro Ribeiro destaca é que as várias reacções à nova linha de comunicação do Pingo Doce são sinal de que a campanha “está a ganhar notoriedade junto do consumidor”.
Será de facto uma resposta completamente independente da empresa, ou será que a Jerónimo Martins respondeu de forma mais inteligente do que pensamos? Fica a dúvida no ar. A verdade é que oficialmente continuamos sem qualquer declaração do Pingo Doce.
Quanto à campanha, essa continua na televisão, rádio, mupis e outdoors. A comunicação em outdoors de grande formato da JCDecaux (8×3) durará até 1 de Novembro. Serão 260 as posições ocupadas, das quais 10 em Lisboa têm criatividade especial, em vinil e com avançados. As 260 posições estão em 90 concelhos, distribuídos pelos 18 distritos.
Enquanto não existem reacções do Pingo Doce resta-nos a música, de fundo.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Pingo Doce amarga nas Redes Sociais
Todos querem saber como potenciar a notoriedade de uma marca nas Redes Sociais. Surgem frequentemente receitas milagrosas, sugestões e dicas, teorias e tácticas.
Mas tal como todos os media, as Redes Sociais também conseguem ser rápidas transmissoras de opiniões negativas, de más práticas e más campanhas. Então e nestes casos, qual o procedimento a tomar? Qual a receita milagrosa para um Responsável de Marketing / Comunicação transformar toda esta onda negativa em valor positivo para a sua marca? Ficam muitas perguntas no ar.
O lançamento da nova campanha do Pingo Doce, da autoria da agência brasileira Duda Propaganda / Portugal, está a provocar uma verdadeira onda de comentários negativos nas Redes Sociais.
Logo após o lançamento da campanha (a 7 de Outubro), foi criado um grupo no Facebook intitulado ‘Gente que não grama o anúncio do Pingo Doce do Duda’. Mas isso foi só o começo. Para além do grupo contar já com mais de 2.200 membros, criou-se até merchandising alusivo a todo este descontentamento - http://www.cafepress.co.uk/crociquia e http://www.caoazul.com/.
O grupo foi criado por Ângelo Marques na passada 5ª feira. Apesar de se assumir como isento nesta matéria ficam algumas desconfianças por parte de quem observa o grupo e todos os comentários associados. Será que não se trata de um movimento criado pelas agências concorrentes? Ai, que a mania da perseguição já passou do campo político para o mercado da publicidade...
Todos querem comentar a campanha. Entendidos da área ou simplesmente (mas nem por isso muito menos importantes) clientes, agora apresentados como "Pingo Docenses". O burburinho também se faz ver no Twitter, extensão de comentários dos blogues. Os meios de comunicação social também já noticiam o caso:
Mas tal como todos os media, as Redes Sociais também conseguem ser rápidas transmissoras de opiniões negativas, de más práticas e más campanhas. Então e nestes casos, qual o procedimento a tomar? Qual a receita milagrosa para um Responsável de Marketing / Comunicação transformar toda esta onda negativa em valor positivo para a sua marca? Ficam muitas perguntas no ar.
O lançamento da nova campanha do Pingo Doce, da autoria da agência brasileira Duda Propaganda / Portugal, está a provocar uma verdadeira onda de comentários negativos nas Redes Sociais.
Logo após o lançamento da campanha (a 7 de Outubro), foi criado um grupo no Facebook intitulado ‘Gente que não grama o anúncio do Pingo Doce do Duda’. Mas isso foi só o começo. Para além do grupo contar já com mais de 2.200 membros, criou-se até merchandising alusivo a todo este descontentamento - http://www.cafepress.co.uk/crociquia e http://www.caoazul.com/.
O grupo foi criado por Ângelo Marques na passada 5ª feira. Apesar de se assumir como isento nesta matéria ficam algumas desconfianças por parte de quem observa o grupo e todos os comentários associados. Será que não se trata de um movimento criado pelas agências concorrentes? Ai, que a mania da perseguição já passou do campo político para o mercado da publicidade...Todos querem comentar a campanha. Entendidos da área ou simplesmente (mas nem por isso muito menos importantes) clientes, agora apresentados como "Pingo Docenses". O burburinho também se faz ver no Twitter, extensão de comentários dos blogues. Os meios de comunicação social também já noticiam o caso:
- Meios & Publicidade http://www.meiosepublicidade.pt/2009/10/12/descontentamento-com-a-campanha-do-pingo-doce-cresce-no-facebook/;
- Briefing - http://www.briefing.pt/content/view/1019/9/ ;
- Jornal i - http://www.ionline.pt/conteudo/27579-e-quando-o-facebook-se-revolta-contra-o-pingo-doce---video ;
- Jornal de Negócios - http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=390823 ;
- e até em espanhol - http://www.pagina2.com.es/pingo-doce-como-joder-una-marca-en-un-abrir-y-cerrar-de-ojos/ .
Quem continua sem dar notícias é a Jerónimo Martins.
Para além de todas estas iniciativas existe ainda uma "Carta aberta aos responsáveis do pingo" -http://lookconcepts.blogspot.com/2009/10/carta-aberta-aos-responsaveis-do-pingo.html e um Facebook Quiz "Que cliché do Pingo Doce és tu" : http://www.facebook.com/home.php?ref=home#/apps/application.php?id=151539173165.
As críticas focam aspectos técnicos, excesso de clichés, erros culturais (o da bandeira ao contrário é o "preferido" de todos) e erros de comunicação. Há quem diga que esses erros se prendem com o facto do anúncio ser criado por "alguém que não está dentro da cultura do país". Será que existe aqui alguma espécie de racismo contra a agência brasileira?
Hoje mesmo chegou também aos media um vídeo da Maitê Proença elaborado por um programa de TV brasileiro, onde a actriz goza literalmente com o nosso país. Vídeo este que também despertou imensos comentários negativos no Facebook. Já parece uma novela...
Racismo ou não, a verdade é que esta agência parece ser a primeira a aplicar um modelo de success-fee, modelo que as agências portuguesas têm evitado até hoje, pelos motivos óbvios (http://www.briefing.pt/content/view/914/9/). Coincidência, não?!
Bom, mas entretanto a verdade é que todos querem ver o vídeo e comentá-lo. Será que a máxima "Bem ou mal, o importante é que falem" se pode aplicar neste caso?
Resta-nos continuar a acompanhar o caso. E enquanto isso aguardamos o desfecho sobre a possível realização do "pic-nic" promovido pelo grupo do Facebbok, com a participação do José Cid, "já que o Tony Carreira trabalha para a concorrência.
Para quem ainda não viu (algo que deve ser praticamente impossível tendo em conta as vezes que passa por dia) aqui fica o dito cujo:
http://www.youtube.com/watch?v=zH714lUVxq0
- Briefing - http://www.briefing.pt/content/view/1019/9/ ;
- Jornal i - http://www.ionline.pt/conteudo/27579-e-quando-o-facebook-se-revolta-contra-o-pingo-doce---video ;
- Jornal de Negócios - http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=390823 ;
- e até em espanhol - http://www.pagina2.com.es/pingo-doce-como-joder-una-marca-en-un-abrir-y-cerrar-de-ojos/ .
Quem continua sem dar notícias é a Jerónimo Martins.
Para além de todas estas iniciativas existe ainda uma "Carta aberta aos responsáveis do pingo" -http://lookconcepts.blogspot.com/2009/10/carta-aberta-aos-responsaveis-do-pingo.html e um Facebook Quiz "Que cliché do Pingo Doce és tu" : http://www.facebook.com/home.php?ref=home#/apps/application.php?id=151539173165.
As críticas focam aspectos técnicos, excesso de clichés, erros culturais (o da bandeira ao contrário é o "preferido" de todos) e erros de comunicação. Há quem diga que esses erros se prendem com o facto do anúncio ser criado por "alguém que não está dentro da cultura do país". Será que existe aqui alguma espécie de racismo contra a agência brasileira?
Hoje mesmo chegou também aos media um vídeo da Maitê Proença elaborado por um programa de TV brasileiro, onde a actriz goza literalmente com o nosso país. Vídeo este que também despertou imensos comentários negativos no Facebook. Já parece uma novela...
Racismo ou não, a verdade é que esta agência parece ser a primeira a aplicar um modelo de success-fee, modelo que as agências portuguesas têm evitado até hoje, pelos motivos óbvios (http://www.briefing.pt/content/view/914/9/). Coincidência, não?!
Bom, mas entretanto a verdade é que todos querem ver o vídeo e comentá-lo. Será que a máxima "Bem ou mal, o importante é que falem" se pode aplicar neste caso?
Resta-nos continuar a acompanhar o caso. E enquanto isso aguardamos o desfecho sobre a possível realização do "pic-nic" promovido pelo grupo do Facebbok, com a participação do José Cid, "já que o Tony Carreira trabalha para a concorrência.
Para quem ainda não viu (algo que deve ser praticamente impossível tendo em conta as vezes que passa por dia) aqui fica o dito cujo:
http://www.youtube.com/watch?v=zH714lUVxq0
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