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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Whether PC or mobile, marketers should go social

Digital world functionality is splitting between mobile and web usage, suggests a report by Nielsen. In essence, mobile smartphones are specializing in quick communications while the web is focusing on entertainment and socializing. What will this mean for businesses?
Social network usage skyrocketed over the past year, with 22.7% of time spent on the web compared to last year’s 15.8%. Online gaming also become more popular with 10.2% of internet time dedicated to playing compared to 9.3% in 2009. E-mail usage, on the other hand, fell from 11.5% to 8.3%, signifying that more people are sticking with Facebook to chat with friends.

Mobile usage, however, saw a big jump in e-mail, with 41.% of mobile time being dedicated instead of last year’s 37%. Not surprisingly, social network access shot up from 8.3% to 10.5%.
What does this mean for the marketing department? Direct marketers are going to have to rethink e-mail advertising and go to where the eyeballs are: social networks. Mobile e-mail advertising may look like a good idea at first, but most mobile users probably won’t invest the time to read an inbox special offer on-the-go. Instead, people are sticking with apps to get the information they need quickly, so investing some time into figuring out geo-location marketing opportunities (or if project resources are big enough, iAd advertisements) will maximize reach.
In any case, e-mail spammers beware. Your days are numbered.

Brian Skepys

segunda-feira, 29 de março de 2010

DDB lança Radar DDB para apostar nas redes sociais

O grupo DDB criou uma nova unidade de negócio dedicada à comunicação nas redes sociais, a Radar DDB. A informação foi avançada ao M&P por Pedro Nunes, director de relações públicas do grupo, e que é o responsável pela unidade. Segundo adiantou Pedro Nunes, a Radar DDB iniciou a sua actividade no final do ano passado enquanto área de negócio incorporada na estrutura da Tribal DDB, agência de marketing digital do grupo, mas “o desenvolvimento da sua actividade e a sua importância estratégica levou à criação da Radar DDB enquanto unidade de negócio autónoma”.
A área de actuação da nova unidade passa pelo desenvolvimento de estratégias de comunicação para as redes sociais assentes na criação de conteúdos multimédia e aplicações, apostando na dinamização de um diálogo constante com os consumidores. Pedro Nunes refere que, além do desenvolvimento multimédia e estratégia de comunicação, a agência combinará também a área de relações públicas, disponibilizando três serviços: monitorização, desenvolvimento e implementação de estratégias, desenvolvimento e implementação de conteúdos e perfis de marca. “Na era do consumer generated marketing, as empresas já não controlam a comunicação. Os consumidores cada vez mais exigem que as empresas tenham uma presença online para poderem interagir com as marcas”, justifica o director da nova empresa.

A Radar DDB vai “operar de forma integrada com as restantes unidades do grupo de forma a desenvolver estratégias de comunicação integradas para os clientes”, sendo que, refere Pedro Nunes, “tem uma equipa local composta por quatro elementos”. Entre os clientes, a nova unidade de negócio tem, para já, a Nike, a Volkswagen e a Delta Cafés, com o Festival Delta Tejo.

Além dos serviços para clientes, a Radar DDB funcionará também como uma unidade de estudo de comportamento do consumidor, através da Signbank, “uma plataforma desenvolvida internamente para recolher e interligar tendências de comportamento do consumidor no sentido de permitir antecipar nichos relevantes para as marcas trabalhadas”.

Fonte: Meios & Publicidade, Pedro Durães.

sexta-feira, 12 de março de 2010

ICOM: E quando é que vamos ter standards em social media?

Dan Calladine avisou logo no inicio do debate.“É muito difícil medir o efeito dos social media”, alertava o head of media futures, da Carat Global Management (Reino Unido), no debate de ontem Cracking the Code of Social Media Measurement, no I-COM. Difícil, mas cheio de possibilidades para as marcas, com impacto até na estratégia de marketing do lançamento de produtos, acredita. Foi o caso do lançamento de um telemóvel no Brasil (a marca não foi revelada) em que de uma estratégia de comunicação assente na ideia de um terminal dirigido para a utilização simples de redes sociais, ouvida a comunidade de bloguers brasileira, mais interessados no facto deste ser o primeiro terminal touch screen a chegar ao mercado brasileiro depois do iPhone, rapidamente focou-se nesse aspecto.

A capacidade da monitorização dos media sociais permitir a detecção de problemas e a sua resolução foi a experiência trazida por Amaia Lasa, CEO da Attentio (Bélgica). Da análise realizada a quatro marcas de telemóveis (Samsung, Sony Ericsson, Nokia e LG) foi detectado um sentimento negativo face a dois problemas ocorridos com terminais (um deles da marca cliente) um com o ecrã, outro com o teclado. A marca cliente reagiu ao buzz negativo fazendo um recall dos terminais onde o problema foi detectado, informando os clientes nos fóruns, tendo reduzido de forma significativa o sentimento negativo que estava a emergir. “Os media sociais são uma fonte de informação para as marcas permitindo a detecção três a seis semanais mais rápido de problemas do que os sistemas tradicionais”, como os call centers, refere Amaia Lasa.

Transformar as “conversação caótica online” tendo toda a internet como “como terreno de amostra” foi a dificuldade realçada por Gilles Palmer, CEO da Brandwatch (Reino Unido). A empresa, diz, monitoriza 25 milhões de sites, o que dá origem a muitos dados, através de sistemas de query, mas que precisam de ser contextualizados para gerar informação relevante para o cliente, ou seja, “qual o sentimento que vem da web”. Do exemplo apresentado, dos 100 mil posts gerados, 4,500 geraram atenção do cliente que respondeu a 2%, aumentando 11% o sentimento positivo para a marca e reduzindo em 25% o negativo.

Da plateia veio a pergunta que revelou as fragilidades de todo o sistema. “Quando é que vamos ter uma medida única de medição? Quando chegaremos a um ponto em que podemos confiar nos dados?”, questionava um participante, que lamentava o facto de cada empresa ter um sistema e cada um deles dar dados diferentes sobre a mesma questão. Tudo depende da abrangência do estudo, do spam ser ou não ponderado na avaliação, do modo como se constrói os queries reconhece Giles Palmer, ou até, adiciona Amaia Lasa, da própria marca sobre a qual se faz um querie, afinal Apple, é uma palavra abrangente q.b para dificultar o trabalho dos analistas. Os media sociais “é um espaço complicado [de medir]. Não vejo que standards surjam nos próximos anos, pelo menos no meu tempo de vida”, lamentava o responsável da Brandwatch.

Fonte: Meios & Publicidade, Ana Marcela.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Eventos - Online Marketing Expo


Congresso e exposição de marketing digital a realizar nos dias 24 e 25 de Fevereiro, em Madrid.

http://omexpo.com/madrid/2010.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Webinar - Angariar e Fidelizar clientes através do Marketing Digital

Interessante Webinar sobre o tema da angariação e retenção de clientes utilizando estratégias de Marketing Digital.

Fonte: eMarketer.com e GoToMeetingCorporate.

http://www.emarketer.com/docs/Multimedia/keeping_customers/keeping_customers.html.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Da Sobrevivência ao Sucesso: Ser detentor da prática de medição do Marketing Online num tempo de mudança

Resultado do Estudo Bloomberg BusinessWeek Research Services Marketing Executive.

O que separa os vencedores dos perdedores no marketing on-line? Quais as áreas-chave em que a sua empresa se deve focar para envolver mais os clientes e atingir mais receitas, dos e-mails marketing, anúncios, e recomendações personalizadas? Descubra tudo isso através deste relatório.

Baseado num estudo de marketeers séniores, este estudo BusinessWeek está repleto de insights sobre as principais tendências que estão a remodelar o marketing online. Descubra os segredos para o sucesso usado por líderes da indústria e obter valiosas informações de mercado para o ajudar a transformar a sua empresa.

Saiba como evitar estes erros-chave:
Indicadores chave de desempenho (KPIs) são críticos para o sucesso, mas até os líderes lutam para selecionar os melhores.
Speed and agility translate into greater ROI—but too many of us measure and adapt by the month, not by the day

Velocidade e agilidade traduz-se num maior ROI, mas também muitos de nós medem e adaptam-se mensalmente e não diariamente.
ROI é o critério universal de sucesso do marketing on-line, mas a medição é muitas vezes baseada em conjecturas.


Google lança Buzz para combater Facebook e Twitter

O Google Buzz inspirou-se em redes sociais como o Twitter e o Facebook. É mais uma tentativa de agregar serviços. (Veja os vídeos YouTube e oiça o comentário de um especialista no final do texto).

Foi ontem lançado o serviço Google Buzz, uma aposta do gigante da Internet para ganhar terreno nas redes sociais onde ensaios que protagonizou, como o site Orkut, foram considerados decepcionantes face ao incrível sucesso de redes como o Twitter ou o Facebook.

O serviço Google Buzz está integrado no gmail e vai permitir aos utilizadores partilhar fotografias, vídeos, o que estão a fazer ou mesmo onde se encontram. O serviço não se foca apenas em captar utilizadores de sites como o Facebook e o Twitter, está mais preocupado em conquistar o tempo que estas pessoas passam na Internet. O número de horas que as pessoas passam nas redes sociais tem vindo a aumentar assim como a quantidade de informação que partilham.

A Google está preocupada com a viabilidade do seu aparato de publicidade. O Facebook já tem mais do dobro dos utilizadores do gmail e pretende em breve lançar o seu próprio serviço de correio electrónico, que é conhecido por Project Titan (projecto titã) mas que é conhecido oficiosamente por 'gmail killer', uma expressão que mostra o quanto o Facebook está disposto a entrar em guerra com a Google.

Para além de poder ser utilizado num computador o Google Buzz pode ser utilizado em smartphones e permite a ligação com diversos programas, como o Picasa, o YouTube ou o Flickr. Representa a mais ousada tentativade incursão da Google nas redes sociais.

Um passo em direcção à 'nuvem'

Segundo Filipe Carrera, coordenador de uma pós-graduação em Marketing Digital do Instituto português de Administração e Marketing (IPAM), o serviço Buzz representa também uma tentativa de encontrar uma "plataforma integradora" para todas as aplicações da Google.

Para Filipe Carrera o lançamento do Google Buzz está relacionado com a guerra do 'cloud computing', que permite ter acesso a serviços e programas de informática sem os ter instalados no disco rígido do computador. O 'cloud computing' é apontado como uma tendência do futuro da Internet, e a Google "quer dominar este mercado" diz Filipe Carrera.

Há quem aponte que este serviço possa vir a ter problemas por sobrecarregar utilizadores para quem a crescente partilha de informações já se torna excessiva, mas os executivos da Google acreditam que o Buzz pode mesmo resolver este problema aplicando os algoritmos de busca empresa à informação das redes sociais, como aliás a empresa já tinha começado a fazer com a pesquisa social.

Sucesso depende de quem adoptar

Quanto ao possível sucesso do Google Buzz esse será jogado em dois campos. Por um lado as aplicações são um factor crucial, é necessário converter os programadores os quais vão produzir os conteúdos que realmente apelam às pessoas. Por outro lado Filipe Carrera lembra que o sucesso do Buzz "vai depender de quem o adoptar" e que este choque entre gigantes da Internet "é uma guerra pelo coração das pessoas".

Segundo ele os consumidores destes serviços dividem-se em quatro grupos: o primeiro, os early adopters ou "maluquinhos da informática" adoptam tudo antes de todos os outros mas não possuem o poder social para propagar a outros grupos. Servem portanto de "cobaias" e a sua experiência vai servir para fazer um julgamento inicial do serviço. O grupo seguinte são os "pioneiros", que já escolhem cuidadosamente que serviços adoptar mas que já têm poder social, podendo influenciar o grupo seguinte, os "comuns mortais", que representam a maior parte da população e utilizadores destes produtos. Existe ainda um último grupo, os "reaccionários", pessoas que aguentam até ao último momento antes de aderir a uma nova tecnologia.

Oiça aqui o comentário de Filipe Carrera, coordenador de uma pós-graduação de Marketing Digital do IPAM:


http://aeiou.expresso.pt/google-lanca-buzz-para-combater-facebook-e-twitter=f564708

Veja os vídeos promocionais disponíveis no YouTube:




Fonte: Carlos Afonso Monteiro (www.expresso.pt).

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

e.life.day - as melhores práticas de relacionamento na media social


Assisti hoje a uma apresentação do e.life.


"O E.Life é um serviço da Seara.com e tem como missão ajudar as empresas a monitorizar, analisar e agir sobre o boca-a-boca na Internet. Entregam aos clientes as mais importantes opiniões de acordo com as métricas ELIFE: a influência de um bloguer, a sua popularidade, a repercussão dos seus depoimentos e a relevância do seu blogue.

A empresa iniciou a actividade em Agosto de 2004, no Brasil. Hoje, o E.Life monitoriza e analisa a comunicação boca-a-boca on-line no Brasil, Portugal e em 18 países da América Latina. São os líderes de mercado, porque foram os pioneiros na área. Com mais de 60 projectos de monitorização e análise de media social realizados, o que os destaca é o FOCO que dão à sua actividade: são uma empresa de inteligência de mercado que NÃO realiza acções offline ou online, e portanto, podem entregar os resultados da monitorização, com total isenção."

Partilharei aqui brevemente a apresentação.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Pingo Doce continua em silêncio


Pouco depois do começo de toda a polémica em redor da nova campanha do Pingo Doce, foi criado um novo grupo no Facebook - ‘As pessoas que gostam do novo anúncio do Pingo Doce!’, que conta neste momento com 274 membros.

"Ao Meios & Publicidade, Pedro Ribeiro, criador do novo grupo, explicou a motivação: “O anúncio está bom, foge ao que estávamos habituados em relação aos anúncios do Pingo Doce e traz alguma inovação na forma de olhar para a marca”. O mesmo responsável refere que “também existem pessoas a comentar o anúncio muito positivamente. Achei graça que um membro do grupo escreveu que se apercebeu do anúncio porque a mãe de 73 anos dizia que gostava muito dele”. Outro facto que Pedro Ribeiro destaca é que as várias reacções à nova linha de comunicação do Pingo Doce são sinal de que a campanha “está a ganhar notoriedade junto do consumidor”.

Será de facto uma resposta completamente independente da empresa, ou será que a Jerónimo Martins respondeu de forma mais inteligente do que pensamos? Fica a dúvida no ar. A verdade é que oficialmente continuamos sem qualquer declaração do Pingo Doce.

Quanto à campanha, essa continua na televisão, rádio, mupis e outdoors. A comunicação em outdoors de grande formato da JCDecaux (8×3) durará até 1 de Novembro. Serão 260 as posições ocupadas, das quais 10 em Lisboa têm criatividade especial, em vinil e com avançados. As 260 posições estão em 90 concelhos, distribuídos pelos 18 distritos.

Enquanto não existem reacções do Pingo Doce resta-nos a música, de fundo.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

5 Dicas para utilizar o Twitter de forma eficaz

O Twitter começou por ser uma ferramenta de utilização pessoal, de micro blogging, entre profissionais da área de tecnologia e informática.

No último ano assumiu uma dimensão gigantesca e é agora utilizado por celebridades e empresas, como meio de comunicação com os seus fãs e clientes.

Aqui ficam 5 dicas sobre como utilizar o Twitter no seu negócio:

1. Defina os objectivos de utilização do Twitter

Serão objectivos de notoriedade da marca, serviço ao cliente ou marketing e vendas?
Estas são as três maiores áreas de utilização do Twitter num negócio.

Defina algumas orientações para o “Tweeting” - aqui ficam algumas ideias:
- Faça perguntas
- Peça feedback
- Dê notícias sobre a sua empresa ou sobre o seu mercado
- Tenha a certeza que utiliza links com comentários ajustados
- Opte por contas individuais ou uma conta de empresa

A questão do tipo de conta é interessante. Uma conta pessoal é sempre mais humana que uma conta de empresa. O reverso da medalha tem a ver com o facto dos individuais poderem sair da empresa – algumas empresas utilizam uma solução mista.

Também não existe razão para limitar a sua conta a apenas uma conta – contas múltiplas podem fazer sentido para algumas empresas.

2. Construa um “Listening Post”:

Pode utilizar o Twilert para inserir palavras-chave para as quais pretende ser alertado. Twilert enviar-lhe-á uma lista de e-mail de pessoas que utilizaram essas palavras-chave nos seus tweets.

Outra ferramenta é o Twitter Search, que pode ser utilizada para efectuar pesquisas de palavras-chave em tempo real. Em alternativa, pode ser colocado um RSS feed no Twitter Search para gerir esse processo.

As palavras-chave podem ser a sua marca ou produtos ou serviços específicos que os utilizadores possam ter interesse.

Medir as menções à sua marca é essencial. Perceber o que os Twitterati andam a dizer sobre si é tão importante como monitorizar o que a blogosfera anda a dizer sobre si.

Um “Listening Post” pode também monitorizar qualquer reclamação sobre o seu produto ou serviço, e fazer com que responda pro-activamente no sentido de resolver o problema.

3. Siga os utilizadores do Twitter mais relevantes

Você pode identificar os autores dos tweets sobre si e pode começar a segui-los.

Tente manter um rácio de cerca de 50% entre o número de pessoas que está a seguir e o número de Twitterers que o seguem a si.

Se aumentar a sua rede de forma demasiado rápida e tiver muitos mais seguidores do que pessoas que segue, poderá ser acusado de spamming.

4. Utilize uma ferramenta de abreviação de URL’s

140 Caracteres significam muito pouco espaço para os seus comentários, por isso não consuma muito desse espaço com o URL que vai comunicar.

Pode utilizar o bit.ly porque tem interessantes formas de medição de cliques.

5. Tenha atenção aos “Ladrões de Marcas”

Para proteger a sua marca, garanta a sua conta no Twitter assim que possível.

Fonte: BillEgan, www.interleado.com

De todas as Dicas acima gostaria ainda de completar o ponto 1 relativamente aos conteúdos dos tweets. Divulgar informações sobre os produtos / serviços ou empresa pode espantar os seus seguidores. O segredo reside na relevância que os seus conteúdos têm para as necessidades dos seus seguidores. A publicidade pura e dura é muito mal recebida pelos utilizadores.

Ads = Instant rejection of the message and messenger.

Quem está a utilizar as Redes Sociais como veículo de publicidade está mesmo a perder uma grande oportunidade. Este novo formato destina-se à construção de relações. A curto prazo requererá mais investimento em tempo e recursos, a longo prazo significará um nível de ligação e fidelização completamente diferente.

Mas afinal o que são as Redes Sociais?

É o tema do momento, no Marketing Digital. Mas será que sabemos mesmo o que significa?

A wikipedia define Redes Sociais na Internet, da seguinte forma:

"São as relações entre os indivíduos na comunicação mediada por computador. Esses sistemas funcionam através da interação social, buscando conectar pessoas e proporcionar sua comunicação. As pessoas levam em conta diversos fatores ao escolher conectar-se ou não a alguém. As organizações sociais geradas pela comunicação mediada por computador podem atuar também de forma a manter comunidades de suporte que, sem a mediação da máquina, não seriam possíveis porque são socialmente não-aceitas.
O conceito de laço social passa pela idéia de interação social, sendo denominado laço relacional, em contraposição ao laço associativo, aquele relacionado unicamente ao pertencer (a algum lugar, por exemplo). Os laços associativos constituem-se em meras conexões formais, que independem de ato de vontade do indivíduo, bem como de custo e investimento. Os laços sociais também podem ser fortes e fracos. Laços fortes são aqueles que se caracterizam pela intimidade, pela proximidade e pela intencionalidade em criar e manter uma conexão entre duas pessoas. Os laços fracos, por outro lado, caracterizam-se por relações esparsas, que não traduzem proximidade e intimidade. As interações sociais que ocorrem na Internet (em weblogs, fotologs e no Orkut) constituem efetivamente laços fortes. Declarações de amor, amizade e suporte são freqüentes, demonstrando intimidade. Recebem também a definição de "Redes Sociais Virtuais", que são os agrupamentos, por meio de softwares específicos (aplicativos Web 2.0) que permitem a gravação de perfis, com dados e informações de caráter geral e específico, das mais diversas formas e tipos (textos, arquivos, imagens, fotos, vídeos, etc.), os quais podem ser acessados e visualizados por outras pessoas. Há também a formação de grupos por afinidade, com ou sem autorização, e de espaços específicos para discussões, debates e apresentação de temas variados (comunidades, com seus fóruns)."

Ou seja, nada mais nada menos que Comunidades Virtuais, de que tanto se falava no final dos anos 90, mas que nunca ninguém conseguia perceber como se podia traduzir em lucro.

E agora, será que já percebemos como funciona? Ou será que não é mais do que uma moda passageira?

Uma coisa é certa. Temos que fazer parte desta revolução, se queremos continuar a viver no mundo on-line.

Deixo um vídeo sobre a Revolução das Redes Sociais, da Socialnomics.