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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Livro sobre comunicação web apresentado em Lisboa



Depois de já ter tido apresentação no Porto, agora é a vez de Lisboa receber a apresentação do livro Web Trends – 10 cases made in web 2.0, organizado pela Comunicarte Publishing. A apresentação, que terá lugar esta quinta-feira no El Corte Inglés, contará com a presença de João Palmeiro, presidente da Associação Portuguesa de Imprensa e da Confederação de Meios de Comunicação, e de Francisco Jaime Quesado, economista e gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento. “Como sobreviverão os jornais perante o poder cavalgante do meio online? Que futuro para os profissionais e empresas de comunicação? Quão perto (ou longe) estará Portugal do eGovernment?” serão algumas das questões debatidas no evento.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Cerveja Tagus passa a Cervejonce Taguskoria

A marca de cervejas Tagus decidiu patrocinar a iniciativa Lyoncifica o teu nome lançada pela Torke 2.0 no início da semana. O site conta já com mais de 100 mil visitas e a Tagus diz: “Mais de 100 mil já se lyoncificaram, brindemos a isso!”. Além do patrocínio à iniciativa, a marca de cerveja avançou com conteúdos dedicados ao tema na sua página do Facebook, onde conta ainda com merchandising lyonciado e uma lista das maternidades mais próximas de cada utilizador. “Sentimos que estamos a mudar a vida de todas estas pessoas… Acreditamos que ninguém será o mesmo depois de se lyoncificar! No fundo, são projectos divertidos e inovadores como este, que queremos apoiar, é um mood que faz parte do espírito da marca e sentimos que é algo com que o nosso target se identifica”, justifica em comunicado Renato Garrau, brand manager da Tagus.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Ensitel - o efeito devastador das redes sociais

Fonte: Negócios online, Pedro Dioníso.

Na última semana, o mundo dos internautas portugueses foi "sacudido" por uma polémica de uma importância mínima, mas que assumiu proporções devastadoras para a imagem da empresa Ensitel.


A síntese da história é relativamente simples de contar: uma cliente recebe de presente um telemóvel no inicio de 2009 que, segundo ela, teria o visor avariado. Após peripécias várias, a Ensitel não aceita a troca do telemóvel e o caso acaba no Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa, onde a cliente perde a causa.

Continua em http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=461217.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

HISTÓRIA DO NATAL DIGITAL




Até ao final da tarde de sexta-feira, o filme de Natal da agência Excentric já tinha sido visto 350 mil vezes no YouTube. A História de Natal Digital foi colocada online na terça-feira às 9h30. “Nada foi feito ao acaso”, refere Miguel Figueiredo, CEO da agência digital, que há quatro semanas lançou o desafio à equipa criativa para criar um postal de Natal que mostrasse a potencialidade dos vídeos virais. “É um tipo de projecto que é difícil de convencer a marcas a fazerem porque envolve alguma incerteza. Como é uma área que nos interessa muito decidirmos fazer um vídeo que criasse goodwill para a agência e que pudesse tornar-se um case study”.
Além da repercussão em blogues dedicados à criatividade, a História de Natal Digital já foi assunto de um tweet do escritor Paulo Coelho, que tem mais de um milhão de seguidores no Twitter. A Excentric também já foi contactada por cinco clientes que, depois de verem o vídeo, pediram propostas criativas. “Uma das coisas que mais me surpreendeu foi termos recebido uma chamada de uma portuguesa que trabalha nos EUA só para dar os parabéns”. Miguel Figueiredo destaca ainda o plano de disseminação do vídeo. “Estes trabalhos não arrancam sozinhos. Estabelecemos qual era o dia e a hora certos para lançar o vídeo, de forma a que tivesse um nível de exposição alta em muito pouco tempo, para que depois se criasse um efeito de onda”, comenta.
Quando custa fazer um vídeo destes? Se um cliente tivesse pedido um vídeo viral semelhante, o orçamento da agência, para criatividade e produção, rondaria os 40 mil euros. “É um custo por contacto muito baixo”, refere Miguel Figueiredo.

Fonte: Meios & Publicidade.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Smartbox cria canal de vendas no Facebook

A empresa de turismo de experiências Smartbox acaba de lançar uma loja virtual através do Facebook, que funcionará como um canal de vendas adicional para a marca. Na página oficial da Smartbox na rede social os utilizadores podem visualizar as novidades da marca, partilhar com a sua rede de amigos as experiências de que mais gostam e encomendá-las a partir do Facebook. Os internautas que estiverem associados à página terão ainda acesso antecipado às campanhas que forem lançadas, bem como a passatempos exclusivos da marca.

Fonte: Meios & Publicidade.

Magos do Social agora na Cidade FM

Os Magos do Social chegam no próximo domingo à Cidade FM. O projecto, criado em Agosto no Facebook, rede onde já tem mais de 20 mil fãs, chega agora semanalmente à estação, num programa conduzido por Gonçalo Câmara, locutor da rádio e um dos três fundadores de Os Magos do Social. A partir das 23h os fãs do página no Facebook podem ouvir o convidado do programa humorístico falar “das modas que retratam a geração mais nova”.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

How 5 Brands Make Their Sites Social

There’s a revolution going on, both in how users are socializing on the web, and in their expectations of the sites they visit. Social feeds - the defining feature of social networks - are fast becoming how people discover your site’s content.
Users prefer to use social network identities on sites they visit rather than starting anew. Including yours. Keeping pace with this revolution - and leveraging it to grow your business - is the next major business challenge.
Learn how Intuit's TurboTax, FoxNews, American Eagle Outfitters, TNT, and SnagFilms have integrated social technologies into their own websites to increase traffic, registrations, customers and engagement.


terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Facebook: 2.500 fãs querem Hot Clube na Praça da Alegria

Uma página na rede social Facebook, criada sob o lema «Devolvam o Hot Clube de Portugal à Praça da Alegria», reúne, até ao momento, mais de 2.500 fãs, fenómeno que surpreendeu «pela positiva» a criadora da página.

Mónica Jardim, promotora musical e responsável pelo management de diversos músicos, inclusive ligados ao jazz, afirmou que a página foi concebida com o objectivo de servir de espaço de «opinião pública», partilhado pelos entusiastas de um «símbolo cultural da cidade».

«Surpreendeu-me a adesão, especialmente por causa da época em que estamos, com o Natal e Ano Novo, as pessoas normalmente costumam estar desatentas nestas épocas, mas no Facebook houve uma atenção especial desde o começo da página», assinalou a promotora, que soube da notícia do incêndio no prédio do Hot Clube pelo próprio Facebook, com comentários de diversos dos seus amigos virtuais.

«Devolvam o Hot Clube de Portugal à Praça da Alegria» funciona como uma petição, podendo os utilizadores da rede social fazer parte da página e receber as actualizações lá colocadas, que passam essencialmente pela inserção de notícias de diversos órgãos ou a publicação de fotografias do espaço, inclusive algumas registadas após o incêndio.

Uma segunda página na rede social, «O Hot Clube ardeu, e agora que vamos fazer?», alberga até ao momento cerca de mil fãs do clube de jazz.

O clube de jazz Hot Clube de Portugal procura, nesta fase, uma sala alternativa para acolher temporariamente a sua programação, depois de ter sido descartada a hipótese dos concertos serem transferidos para o cinema São Jorge, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, muito próximo do local original.

O Hot Clube de Portugal funcionou durante quase 60 anos numa cave na Praça da Alegria, em Lisboa, mas o prédio que o albergava, no número 39, ardeu na semana passada, inviabilizando por completo a sua utilização.

Fonte: Diário Digital / Lusa.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Pingo Doce - Cansa mas fica...

Pingo Doce lidera recordação publicitária em Outubro.

Os dados do estudo Publivaga da Marktest mostram o Pingo Doce na liderança da recordação genérica de publicidade durante o mês de Outubro.

Em Outubro, o Pingo Doce foi a marca que mais lisboetas e portuenses recordam ter visto publicitada, segundo os dados do estudo Publivaga da Marktest.
À pergunta "Que anúncios recorda ter visto publicitados, recentemente?", base para a criação do indicador "recordação de publicidade genérica" do estudo Publivaga da Marktest, as maiores referências entre os residentes nas regiões da Grande Lisboa e do Grande Porto com idades compreendidas entre os 8 e os 64 anos foram, em Outubro, para o Pingo Doce. A marca subiu quinze posições face ao mês anterior.

A Meo baixou para a segunda posição da tabela de marcas mais referidas por estes indivíduos.
A TMN/Telemóveis TMN também baixou uma posição para terceiro, tal como o Continente, que baixou para quarto, e como a Vodafone/Telemóveis Vodafone, que desceu para quinto.
Esta análise tem como base o Publivaga, um estudo regular da Marktest que permite conhecer a recordação e a memorização da publicidade das marcas, sendo um instrumento de referência na medição da eficiência das campanhas publicitárias.

A informação apresentada nesta análise tem por base o universo constituído pelos indivíduos com idades compreendidas entre os 8 e os 64 anos residentes nas regiões da Grande Lisboa e do Grande Porto.

domingo, 29 de novembro de 2009

McDonald’s - Estratégia nas Redes Sociais

A McDonald's tem apostado nas Redes Sociais. A abordagem consiste sobretudo em estar presente, ouvir, conversar e activar o relacionamento. Mas não tentam ser heróis durante a noite no lançamento da próxima campanha Whopper Sacrifice ou Ikea Facebook.

A apresentação é feita por Heather Oldani, U.S. Communications Director.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Pingo Doce continua em silêncio


Pouco depois do começo de toda a polémica em redor da nova campanha do Pingo Doce, foi criado um novo grupo no Facebook - ‘As pessoas que gostam do novo anúncio do Pingo Doce!’, que conta neste momento com 274 membros.

"Ao Meios & Publicidade, Pedro Ribeiro, criador do novo grupo, explicou a motivação: “O anúncio está bom, foge ao que estávamos habituados em relação aos anúncios do Pingo Doce e traz alguma inovação na forma de olhar para a marca”. O mesmo responsável refere que “também existem pessoas a comentar o anúncio muito positivamente. Achei graça que um membro do grupo escreveu que se apercebeu do anúncio porque a mãe de 73 anos dizia que gostava muito dele”. Outro facto que Pedro Ribeiro destaca é que as várias reacções à nova linha de comunicação do Pingo Doce são sinal de que a campanha “está a ganhar notoriedade junto do consumidor”.

Será de facto uma resposta completamente independente da empresa, ou será que a Jerónimo Martins respondeu de forma mais inteligente do que pensamos? Fica a dúvida no ar. A verdade é que oficialmente continuamos sem qualquer declaração do Pingo Doce.

Quanto à campanha, essa continua na televisão, rádio, mupis e outdoors. A comunicação em outdoors de grande formato da JCDecaux (8×3) durará até 1 de Novembro. Serão 260 as posições ocupadas, das quais 10 em Lisboa têm criatividade especial, em vinil e com avançados. As 260 posições estão em 90 concelhos, distribuídos pelos 18 distritos.

Enquanto não existem reacções do Pingo Doce resta-nos a música, de fundo.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Pingo Doce amarga nas Redes Sociais

Todos querem saber como potenciar a notoriedade de uma marca nas Redes Sociais. Surgem frequentemente receitas milagrosas, sugestões e dicas, teorias e tácticas.

Mas tal como todos os media, as Redes Sociais também conseguem ser rápidas transmissoras de opiniões negativas, de más práticas e más campanhas. Então e nestes casos, qual o procedimento a tomar? Qual a receita milagrosa para um Responsável de Marketing / Comunicação transformar toda esta onda negativa em valor positivo para a sua marca? Ficam muitas perguntas no ar.

O lançamento da nova campanha do Pingo Doce, da autoria da agência brasileira Duda Propaganda / Portugal, está a provocar uma verdadeira onda de comentários negativos nas Redes Sociais.

Logo após o lançamento da campanha (a 7 de Outubro), foi criado um grupo no Facebook intitulado Gente que não grama o anúncio do Pingo Doce do Duda’. Mas isso foi só o começo. Para além do grupo contar já com mais de 2.200 membros, criou-se até merchandising alusivo a todo este descontentamento - http://www.cafepress.co.uk/crociquia e http://www.caoazul.com/.


O grupo foi criado por Ângelo Marques na passada 5ª feira. Apesar de se assumir como isento nesta matéria ficam algumas desconfianças por parte de quem observa o grupo e todos os comentários associados. Será que não se trata de um movimento criado pelas agências concorrentes? Ai, que a mania da perseguição já passou do campo político para o mercado da publicidade...

Todos querem comentar a campanha. Entendidos da área ou simplesmente (mas nem por isso muito menos importantes) clientes, agora apresentados como "Pingo Docenses". O burburinho também se faz ver no Twitter, extensão de comentários dos blogues. Os meios de comunicação social também já noticiam o caso:

- Meios & Publicidade http://www.meiosepublicidade.pt/2009/10/12/descontentamento-com-a-campanha-do-pingo-doce-cresce-no-facebook/;
- Briefing - http://www.briefing.pt/content/view/1019/9/ ;
- Jornal i - http://www.ionline.pt/conteudo/27579-e-quando-o-facebook-se-revolta-contra-o-pingo-doce---video ;
- Jornal de Negócios - http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=390823 ;
- e até em espanhol - http://www.pagina2.com.es/pingo-doce-como-joder-una-marca-en-un-abrir-y-cerrar-de-ojos/ .

Quem continua sem dar notícias é a Jerónimo Martins.

Para além de todas estas iniciativas existe ainda uma "Carta aberta aos responsáveis do pingo" -http://lookconcepts.blogspot.com/2009/10/carta-aberta-aos-responsaveis-do-pingo.html e um Facebook Quiz "Que cliché do Pingo Doce és tu" : http://www.facebook.com/home.php?ref=home#/apps/application.php?id=151539173165.

As críticas focam aspectos técnicos, excesso de clichés, erros culturais (o da bandeira ao contrário é o "preferido" de todos) e erros de comunicação. Há quem diga que esses erros se prendem com o facto do anúncio ser criado por "alguém que não está dentro da cultura do país". Será que existe aqui alguma espécie de racismo contra a agência brasileira?

Hoje mesmo chegou também aos media um vídeo da Maitê Proença elaborado por um programa de TV brasileiro, onde a actriz goza literalmente com o nosso país. Vídeo este que também despertou imensos comentários negativos no Facebook. Já parece uma novela...

Racismo ou não, a verdade é que esta agência parece ser a primeira a aplicar um modelo de success-fee, modelo que as agências portuguesas têm evitado até hoje, pelos motivos óbvios (http://www.briefing.pt/content/view/914/9/). Coincidência, não?!

Bom, mas entretanto a verdade é que todos querem ver o vídeo e comentá-lo. Será que a máxima "Bem ou mal, o importante é que falem" se pode aplicar neste caso?

Resta-nos continuar a acompanhar o caso. E enquanto isso aguardamos o desfecho sobre a possível realização do "pic-nic" promovido pelo grupo do Facebbok, com a participação do José Cid, "já que o Tony Carreira trabalha para a concorrência.

Para quem ainda não viu (algo que deve ser praticamente impossível tendo em conta as vezes que passa por dia) aqui fica o dito cujo:
http://www.youtube.com/watch?v=zH714lUVxq0

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Caso Ford - 50 mil prospects via redes sociais

Recentemente, a Ford lançou uma ousada acção nos EUA, no campo das redes sociais - o Fiesta Movement. Ousada, sim, porque ceder 100 automóveis para 100 bloguers e estimulá-los a partilhar livremente as suas opiniões, não costuma fazer parte do repertório das marcas de automóveis - principalmente quando o modelo em questão nem sequer foi lançado oficialmente no mercado.

Pois bem. Num momento em que se discute intensamente a necessidade de medir o resultado e o relacionamento das acções em redes sociais, vale a pena observar o caso da Ford e do Fiesta Movement. Passados pouco mais de 40 dias desde o início da campanha, os números alcançados já são bastante mais do que expressivos: 500 mil visualizações no Flickr, 4.3 milhões no YouTube e 3 milhões de citações no Twitter falam por si. Mas qual o resultado concreto de tanto buzz? À parte da exposição considerável da sua marca, o que a Ford beneficia com tudo isto?

Segundo dados divulgados pela marca, mais de 50 mil pessoas demonstraram interesse em adquirir o novo modelo. Mais: 97% deles informaram não possuir um veículo da marca actualmente. Definitivamente, nada mal para uma campanha que não investiu um único dólar em publicidade tradicional (ainda que existam, evidentemente, outros custos).

Resta saber quantas dessas manifestações de interesse se converterão em vendas quando o carro for lançado, em 2010. De qualquer forma, trata-se de um exemplo de esforço focado em redes sociais que efectivamente leva a ideia de um produto ao seu público-alvo, ao mesmo tempo que reforça a percepção positiva da marca.

Ambos os feitos nada desprezíveis, vale a pena lembrar, num país onde a crise económica está a ser particularmente dura para com a indústria automóvel local. E mais um sinal de que, em tempos de experimentação barata e amplamente acessível, mais do que nunca, quem ousa vence.